Voltei a trabalhar no folhetim, escrevendo a conversa de S. com o sobrinho supostamente gay. Não me senti confortável em escrever uma conversa de verdade, porque acho que S. jamais teria uma conversa direta e franca sobre um assunto desses com o seu sobrinho. Acho que ele usaria um subterfúgio baseado em sua autoridade e na sua própria personalidade, intimidando o sobrinho; foi o que tentei fazer. Como sempre acontece, as coisas vão tomando rumo próprio com as idéias surgindo e sendo incorporadas no que guardem consistência e coerência com o enredo e as personagens. Ainda não sei se o sobrinho é gay e se isso é relevante para a história mas anotei no "Esquema" um vínculo entre a conversa dos dois e o dossiê que será disputado no livro.
Putz!
Notas avulsas... pensamentos...fantasias...
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