sexta-feira, outubro 28, 2005

Ode



Só,
Único
Neste momento
Mesmo sendo
Apenas um
De muitos
Em teu passado
Sou eu,
Teu,
No presente
Agora.


Em tua boca,
Meu fogo
Não apaga
E te malfaço
Lentamente
Insinuante
Oculto
Enquanto me consomes
Em tuas mãos, boca
Em teu corpo
Enquanto te penetro


Depois de mim,
Quiçá virão outros
Me esquecerás
Serei apenas uma névoa
Algo que se evolou
E se foi
Ao vento, de teu
Pensamento
Mas deixarei
Marcas em ti
Perpétuas


Sou
Madeira sagrada
Camelo
Carlton
Capri
Livre

Ou outro
Em cada canto que olhares
Estou, estarei
Até o fim.
Teu fim.

Sm
28.10.2005

3 Comments:

At 4:19 PM, Anonymous Anônimo said...

Oi, Sam!
Acho ateh que jah disse isso da outra vez em q te visitei, mas... adoro poesias fortes - como esta.

Sobre seu comentario... agora (acho) estah tudo normal (falo dos comentahrios). E sobre a minha pergunta (título do post), era soh para saber como as pessoas sentiriam as reações dos personagens.
Eh, na verdade, uma metafora sobre algo que estou ( ou penso que estou) vivendo agora... Eu sou um dos personagens no lombo do hipopótamo -rs.

Beijao para vc, espero nao perder o contato...

 
At 2:06 PM, Anonymous Anônimo said...

És a brisa que refresca
o orvalho que umedece
o calor que me aquece
quando reaparece.
És o som que eu não ouço
e no entanto nunca esqueço
o afago que me lembro
quando adormeço.

 
At 6:43 PM, Blogger miriamics said...

Putz!

 

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