segunda-feira, julho 26, 2004

Aprendi como permitir comentários...Como diria um de meus filhos: "já é!"...

Bom, fui convidado para entrar no Orkut. Entrei. Ainda não sei direito para quê e como usar, mas já percebi que é lento com mania de desconectar o usuário sem mais nem menos. Tem um monte de comunidades sobre assuntos diversos, alguns relevantes, outros tão irrelevantes que sugerem uma necessidade de serem importantes. Sexo e literatura são campeões, junto com faculdades, colégios e coisas que tais. Estou começando a achar que você entra numa comunidade por um assunto afim e vai adicionando o povo que está lá como seu "friend", mas tenho pudor em fazer isso, a palavra "friend" ainda traduzo como amigo e ainda não tenho amigos lá. Ou tenho, só não os encontrei. O engraçado é já existirem os "anti-orkut" numa linha "não vi, não gostei". E não só gente que tem ojeriza ao "mundo virtual da internet", mesmo gente que frequenta "chats" e listas de discussão assumem essa postura. Curioso...

quarta-feira, julho 21, 2004

Buenas, trabalhei pouco no Folhetim esses dias...Escrevi pro www.anjosdeprata.com.br. Ia escrever para o tema dessa quinzena ("Com raízes") mas a idéia que tive acabou ficando maior e acabou por não se conformar à proposta do çaite, ficou um texto longo para lá. Fiquei muito tempo estes dias no Orkut (tentando entender a coisa e bisbilhotando) e no MSN. Não ando muito disposto para continuar hoje, mas tenho que me impor uma disciplina mínima. Fiz algumas anotações sobre a conversa de S. com o sobrinho, vou burilar isso agora, mas não demais, pois minha idéia é escrever direto e só revisar no final da estória.

quinta-feira, julho 08, 2004

Voltei a trabalhar no folhetim, escrevendo a conversa de S. com o sobrinho supostamente gay. Não me senti confortável em escrever uma conversa de verdade, porque acho que S. jamais teria uma conversa direta e franca sobre um assunto desses com o seu sobrinho. Acho que ele usaria um subterfúgio baseado em sua autoridade e na sua própria personalidade, intimidando o sobrinho; foi o que tentei fazer. Como sempre acontece, as coisas vão tomando rumo próprio com as idéias surgindo e sendo incorporadas no que guardem consistência e coerência com o enredo e as personagens. Ainda não sei se o sobrinho é gay e se isso é relevante para a história mas anotei no "Esquema" um vínculo entre a conversa dos dois e o dossiê que será disputado no livro.